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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Do sentir...



"Eu sou essa gente que se dói inteira porque não vive só na 


superfície das coisas"    [MQ]

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Insistir naquilo que já não existe, é como calçar um sapato que não te cabe mais! Machuca, causa bolhas, chega a carne viva e sangra. Então melhor é ficar descalça.Deixar livre o coração, enquanto vive… Deixar livre os pés, enquanto cresce… Porque quando agente cresce o numero muda!” 

domingo, 7 de agosto de 2011

Dos desejos...



‎"Estou com sede de mudanças, mas não quero arrastar os móveis


 nem desentortar os quadros. Quero desabitar meus hábitos." [MQ]



Do fim de tarde do domingo...




Lá naquele instante, mesmo sabedora da presença da tristeza, eu me permiti desfrutar da capacidade balsâmica do riso compartilhado quando o afeto é recíproco. Eu não esqueci que estava triste, tampouco do motivo, mas lembrei que podia estar também alegre, tem vez que o ou não passa de um mentiroso limitador.  

O coração tem mais espaço do que geralmente a gente costuma supor e ousa utilizar.  [AJ]



Ana Jácomo volta e meio tem dizeres e sentidos que dizem de mim em diversos momentos!

Dos sentidos...


Estava precisando fazer uma faxina em mim… Jogar alguns pensamentos indesejados fora, lavar alguns tesouros que andavam meio enferrujados. Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais. Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões. Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei; joguei fora a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que não li. Olhei para meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas, com bastante cuidado. Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras que nunca queria ter dito, mágoas, lembranças de um dia triste. Mas lá também havia coisas e boas. Aquela lua cor de prata, um pôr do sol, uma música. Fui me encantando e me distraindo, olhando para cada uma daquelas lembranças. Aí, sentei no chão, para poder fazer minhas escolhas. Joguei direto no saco de lixo os restos daquilo que pensei ser amor; peguei palavras cheias de mágoas que estavam na prateleira de cima, e também joguei fora, no mesmo instante. Outras coisas que ainda me ferem, coloquei num canto para depois ver o que farei com elas, talvez as mande para o lixão. Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais importante: o Amor, a Alegria, os Sorrisos e a Fé. Arrumei com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista. Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta de cima as da minha juventude e, pendurado bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar e de recomeçar.
[Carlos Favaro Fanta]

Do novo dia

Bom dia mundo...
Hoje estou evitando até músicas, nada de lembranças...
Deus no coração e a vida continua!


sábado, 6 de agosto de 2011

Das verdades...

O problema é que não se pode viver o resto da vida com coisas que só existem dentro da nossa cabeça.
[...]


Li e resolvi postar...

Do que movimenta...

Parecia tudo tão arrumado, tão organizado...exatamente as 5;39h da manhã, o frio, o sono, o edredon em perfeita sintonia mas aí o telefone toca, tantos dizeres, sentidos, tanto encanto que se perdeu e retorna entrelaçado a saudade, a raiva, ao (des)apego... Simplismente bagunça tudo!


Garçom, por favor trás uma dose dupla de desapego por favor, que hoje as lembranças resolveram me atormentar!


[GBG]

Do que realmente importa...

.que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem barômetros etc.
Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós.
[Manoel de Barros]

Aquele que não para...

Aquele que não para...
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