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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Das despedidas necessárias...


Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente. [MM]




sábado, 29 de outubro de 2011

Da vida ...


A vida é tecida com os fios disponíveis de cada agora. De cada respiro. De cada ação. De cada acontecimento. De cada sabor. É essa tecelã que olha para você neste instante e me olha também. O que ainda não veio, quem sabe? Eu não sei.

Sabor é o presente. Saber é quando a gente desembrulha.

[AJ]

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Da tirinha...

Boa tarde mundo...
adoro esse vídeo e nesta tarde quente, resolvi postar...
mas tarde trago novidades!
Beijoos

domingo, 23 de outubro de 2011

Do vazio...



‎'Livrai-me de tudo aquilo que for vazio de amor. '


(Caio F. Abreu)
Ele tinha toda uma cidade só para si, mas preferiu sentar naquele banco e sentir os pés se aquecerem de novo. Olhou para a chuva que vinha longe, respirou fundo e sentiu o frio vindo do mar. Não hesitou em manter seus planos: andar por aquela praia fria até que se sentisse parte dela.   Na mente uns poucos pensamentos, não preencheriam nem sequer o vazio de suas mãos. Mas isso era tão pouco importante… ele estava escasso de si e repleto de tanta coisa. Esperou apenas mais alguns minutos e foi, caminhando e alegre por fazer, em passos, as vogais de Guimarães Rosa; O real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia“ [JR]


Boa noite gente...
Uma excelente e iluminada semana a todos que passaram ou passarão neste espaço tão meu, tão dos outros, tão nosso...


Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas! [MQ]



Das manhãs...

Bom dia domingo...


Às vezes, quase sempre, eu queria ter o teu colo pra 


me consolar." (CFA)

sábado, 22 de outubro de 2011

domingo, 9 de outubro de 2011

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Do agora...

O tempo, de vento em vento, desmanchou o penteado arrumadinho de várias certezas que eu tinha, e algumas vezes descabelou completamente a minha alma. Mesmo que isso tenha me assustado muito aqui e ali, no somatório de tudo, foi graça, alívio e abertura. A gente não precisa de certezas estáticas. A gente precisa é aprender a manha de saber se reinventar. De se tornar manhã novíssima depois de cada longa noite escura...
          [AJ]

Aquele que não para...

Aquele que não para...
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